Quem Somos

A Iberol é um dos maiores processadores de produtos de origem agrícola (oleaginosas: grão de soja e semente de colza) e produtor de energia renovável (biocombustíveis) em Portugal. Serve como elo vital entre os agricultores e os consumidores de alimentos e (bio)energia, processando as oleaginosas para fazer ingredientes para a alimentação animal, combustíveis líquidos renováveis e produtos químicos para uso industrial.

Como todo o processo começa com a agricultura a Iberol tem vindo a desenvolver relações especiais com agricultores em Espanha e Portugal. Essa ligação tem com o objectivo o desenvolvimento sustentável da agricultura como elemento fundamental da economia global, para o qual queremos contribuir. Por outro lado a Iberol tem vindo a desenvolver a produção de energia alternativa a partir de resíduos, fomentando continuamente o desenvolvimento da economia circular.

Foi fundada em 1967, tendo passado por vários processos de transformação ao longo dos anos, sinal da sua capacidade de inovação e auto-renovação, tem a sede e as suas instalações fabris em Vila Franca de Xira – Alhandra. Através das suas ligações com os mercados externos, na compra de matéria prima e na exportação dos vários produtos que produz, contribui para o desenvolvimento da economia verde e do ambiente.

1967

A IBEROL foi constituída em 1967, na altura com a denominação social de IBEROL - Sociedade Ibérica de Oleaginosas, SARL., por um grupo de investidores portugueses, espanhóis e americanos. Com a aquisição de parte dos activos da Companhia Industrial de Alhandra, a Iberol tinha como principal objetivo a extração de óleo a partir de semente de soja e produção da respetiva farinha.

1973

Em 1973, tornou-se numa empresa totalmente portuguesa, com a saída dos capitais estrangeiro. Os seus produtos tiveram uma elevada procura, principalmente a farinha de soja, a qual é incorporada em farinhas para alimentação animal.

1985

Forte incremento da capacidade produtiva e logistica, tendo sido adquiridos novos terrenos, anexos à unidade fabril já existente, para a construção de silos de armazenamento. Também, na mesma altura, foi construído um terminal fluvial para carga e descarga, tanto de matéria-prima como de farinha.

1998

Após a crise no sector das oleaginosas entre 1993 e 1997, em Agosto de 1998, a empresa foi adquirida pelo GRUPO NUTASA, passando a integrar um dos maiores grupos industriais nacionais do sector agro-alimentar, com presença em toda a sua cadeia de valor. O grupo desenvolvia actividades na importação, extracção de soja e sua comercialização, passando pela produção e comercialização de alimentos compostos para animais e óleos alimentares.

1999

Modernização da unidade industrial, na qual o equipamento e a automação foram substituídos, com o objetivo de melhorar e otimizar o processo produtivo e consequentemente, levar a um novo aumento de produção.

2003

O aumento no consumo do bagaço de soja, devido à proibição do uso de farinhas de origem animal em rações, em 2003, tornou o óleo de soja produzido, excedentário, pelo que se iniciaram as exportações para o Norte de África. Simultaneamente, tendo em conta a legislação europeia e nacional relativa à incorporação de biocombustíveis nos combustíveis fósseis utilizados no sector dos transportes, o grupo avançou com um projeto de implementação de uma unidade de produção de biocombustível.

2004

Obtivémos pela primeira vez as certificações NP EN ISO 9001:2000 e NP EN ISO 14001:2004.

2006

Em Abril de 2006, a IBEROL concluiu a construção da sua fábrica de Biodiesel, em Alhandra, a primeira do género em Portugal, com uma capacidade instalada de 120.000 toneladas por ano. É obtido o Entreposto Fiscal de Transformação. É feita a 1ª entrega de biodiesel à Petrogal / GALP ainda nesse ano.

2007

O Grupo SGC adquire 50% do capital no inicio do ano. Em Dezembro, o Grupo Nutasa readquire os 50% do capital, alienando parte dos activos da Iberol ao Grupo SGC, nomeadamente as instalações onde está presentemente a Biovegetal.

2008 / 2009

Neste período, a empresa realiza avultados investimentos nas suas instalações industriais situadas em Alhandra, iniciando a extracção de colza e aumento a capacidade produtiva de soja.

2010

50% do capital social da Iberol foi adquirido por uma sociedade gestora de fundos de capital de risco, a ECS Capital.

2012

Obtivémos pela primeira vez a certificação ISCC (International Sustainability Carbon Certification). É assinado um contrato de arrendamento de parte das instalações da OZ Energia, tendo-se constituido Entreposto Fiscal de Comercialização nessa tancagem. A Iberol inicia as exportações de biodiesel para a Europa, nomeadamente para a Bélgica.

2013

É assignada à Iberol quota de biodiesel em Espanha, sendo a única empresa portuguesa e uma das poucas empresas não espanholas a obter esta importante atribuição.

2014

A Biovegetal, empresa dedicada à produção de biocombustíveis e igualmente detida na totalidade por um dos fundos geridos pela sociedade gestora de fundos de capital de risco, a ECS Capital, adquire 16,7% do capital.

2015

O Banif, actual Oitante, adquire o remanescente capital ainda detido pelo Grupo NUTASA.

Descrição da Cadeia de Valor da Iberol

As etapas e respetivas unidades mais relevantes na cadeia de valor dos produtos da Iberol, e que esta pode ter intervenção, são descritas seguidamente.

Figura 1: Cadeia de Valor (a Iberol actua onde assinalado a verde)

Gestão de Risco

A Gestão Empresarial do Risco, que engloba um conjunto de práticas de identificação, medida, tratamento e reporte dos principais riscos, é parte integrante do enfoque definido pelos órgãos societários da Iberol a todos os seus colaboradores, em linha com as boas práticas de governance do risco, diligenciando em cada período da sua actividade cumprir com os requisitos legais e regulatórios relacionados com as expectativas e exigências dos seus diferentes stakeholders.

Politica, Operacional, Compliance, Financeiro:

Gestão de Risco - Politica
A Iberol tem implementado um sistema de controlo interno para a gestão de risco suportado numa avaliação de risco que tem por base a identificação dos riscos potenciais, avaliação dos impactos, frequência da sua ocorrência e mecanismos de detecção prévia ao potencial evento. O objectivo é a criação de controlos para monitorar os riscos críticos, assim como acções de redução de risco potencial. Este sistema é aplicado à gestão comercial, manutenção, operações, etc, e que tem como missão optimizar o nível de risco global.

Gestão de Risco Operacional
O risco operacional, que resulta das operações diárias nos vários sectores da empresa, é monitorizado através de um conjunto de mecanismos de controlo diários suportados na metodologia KaiZen. Para cada área operacional estão definidos KPI críticos e de observação diária com métricas de referência que permitem identificar desvios em espaços de tempo curtos e tomar acções correctivas. A empresa tem evoluído para que a captação e estruturação da informação seja automatizada, reduzindo assim os tempos de reacção e programação necessários. Das práticas implementadas sobressai a melhoria da maioria dos indicadores operacionais, com impacto directo nas demonstrações financeiras, na eficiência energética, no cumprimento legal e nas condições de operação em segurança e do bem-estar dos colaboradores.

Gestão de Compliance
A nível de compliance, a Iberol definiu uma política de controlo e seguimento em que todas prestações de serviços e fornecimentos de produtos, que sejam materialmente relevantes, devem ser escrutinados e contratualizados, com validação pela área jurídica, neste caso subcontratada a um escritório de advocacia, das quais existem pareceres sustentados. A empresa implementou também um processo de “know your supplier” que permite avaliar o risco de compliance de fornecedores, nomeadamente no contencioso e obrigações fiscais.

No que concerne aos riscos de cumprimento originados nas áreas operacionais, a empresa tem na sua área de Qualidade, Segurança e Ambiente um acompanhamento permanente dos riscos de processos, de qualidade e de ambiente, tendo estes últimos sido reforçados pelo novo enquadramento exigido pela certificação ISO 14001. O órgão de acompanhamento do cumprimento destes riscos é o Comité de Qualidade.

Gestão de Risco Financeiro
A Iberol está exposta a um conjunto de riscos como os das taxas de câmbio, das taxas de juro e de crédito, pelo que a política da empresa passa por procurar minimizar eventuais efeitos adversos decorrentes de incertezas nestas áreas, designadamente:

  • a politica de gestão de risco de taxa de câmbio caracteriza-se por mitigar a ocorrência de impactos financeiros negativos resultantes de movimentos adversos nas taxas de câmbio;
  • no risco de variação das taxas de juro;
  • relativamente ao risco de crédito, está associado às contas a receber decorrentes da sua actividade comercial. Este risco é mitigado pelo facto da Iberol acompanhar o risco de mercado dos seus clientes, tendo em conta os seus perfis de consumo, o seu histórico e a sua capacidade de pagamento, optando a empresa por trabalhar com entidades de elevada qualidade creditícia e reputacional “Know Your Customer”;

O nosso Posicionamento: Missão & Valores

A Iberol tem como missão ser uma referência de excelência em todos os sectores em que actua, alcançar e manter os mais exigentes padrões de Qualidade, em todas os seus processos e áreas de actividade, criando valor para os seus accionistas, satisfazendo a necessidade dos seus clientes e proporcionando aos seus colaboradores o desenvolvimento de competências, conhecimento, criatividade e inovação.

Excelência, Mudança, Responsabilização, Transversalidade, Transparência:
  • Excelência
  • Exigência constante nos seus padrões de trabalho e dos trabalhos que recebe.
  • Procura continua da melhoria dos resultados através da adopção incondicional das Metodologias Kaizen.

  • Mudança
  • Ser um Catalizador da Mudança.
  • Ser assertivo e alinhado com as expectativas da empresa.
  • Focar na concretização dos objectivos, tarefas, responsabilidades

  • Responsabilização
  • Ser responsável pelo desenvolvimento do seu trabalho.
  • Procurar a resolução proactiva das situações.

  • Transversalidade
  • Fomentar Espírito de Equipa –Transversalidade / eliminar as “Quintas”
  • Trabalhar em equipa de forma organizada e tomar decisões claras para todos os membros da equipa.
  • Garantir a contribuição de todos.

  • Transparência
  • Ser transparente na relação que tem com todos os colegas.
  • Ser transparente é ser Aberto, Sincero, Coerente, Ético e Integro